Maranhão · 2026 · Senado Federal
Mapa claro para disputar o Senado no Maranhão.
Este relatório mostra onde Duarte parte com força, onde precisa crescer e quais pautas tornam a campanha mais concreta para o eleitor.
850 mil a 1 milhão
A campanha precisa de base forte na Grande São Luís, polos ativos e presença no interior.
Grande São Luís
Maior volume de votos e melhor ponto para converter reconhecimento.
Mulheres e jovens
Dois grupos grandes pedem mensagens próprias, simples e úteis.
Problemas do dia a dia
Saneamento, saúde, emprego, mobilidade e consumidor aproximam a conversa da vida real.
Primeira leitura
Três números definem a prioridade.
O mapa começa pelo tamanho do eleitorado, pela concentração dos votos e pelos grupos com maior peso na decisão.
Escala
5,07 milhões de eleitores e um terço concentrado nos 10 maiores colégios. A disputa pede foco.
Composição
Mulheres são maioria. Jovens formam um bloco grande e exigem linguagem direta.
Reserva de voto
Ausentes, brancos e nulos somam 1,67 milhão em 2022. Esse grupo precisa de motivo prático para votar.
Prioridades
O que os números pedem da campanha.
Cada leitura junta um dado, um território e uma decisão prática.
Saneamento precisa virar assunto de casa
A distância de 53 pontos frente à média nacional coloca o Maranhão em posição crítica. O eleitor entende melhor quando a fala mostra efeitos concretos: doença evitável, rua alagada e serviço que demora.
Usar histórias locais, fotos de ruas e números simples. Mostrar como o Senado pode cobrar obra, recurso e prazo.
Grande São Luís é o ponto de partida
A capital junta problemas urbanos e cobertura de saneamento ainda baixa. Mobilidade, consumidor, saúde e serviços criam uma fala concreta para bairros diferentes.
Priorizar agenda por bairro, comércio popular, transporte e saúde. Medir avanço semanal por reconhecimento, intenção e presença digital.
A maior reserva está fora do voto válido
O Senado teve 13,1% de brancos e nulos. A função do cargo precisa ficar clara em frases curtas: recurso, fiscalização e defesa do Maranhão.
Criar peças de educação política simples. Explicar o que um senador resolve na prática e ligar cada explicação a um problema do bairro ou município.
Mulheres são maioria e pedem recortes diferentes
Saneamento, saúde e serviços têm peso alto para quem organiza a casa, cuida dos filhos e busca atendimento. A pauta fica mais forte quando começa pelo cotidiano.
Segmentar mensagens por contexto. Capital, interior, trabalho informal e empreendedorismo precisam de exemplos próprios.
Juventude tem volume e baixa conversão
Com abstenção jovem mais próxima da média estadual, a eleição ganha cerca de 200 mil votos adicionais em campo. Emprego e qualificação são portas de entrada.
Combinar vídeos curtos, visitas a escolas técnicas, universidades, bairros e eventos. Toda mensagem precisa ter exemplo concreto.
Polos regionais dão escala fora da capital
Cada polo tem uma dor principal. Imperatriz pede desenvolvimento e saúde. Timon pede integração. Balsas pede crédito e logística. A pauta local aumenta confiança.
Montar roteiros por corredor regional. Cada visita precisa gerar pauta local, porta-voz e conteúdo para municípios vizinhos.
Interior vulnerável pede presença consistente
Nesses lugares, redes de confiança têm muito peso. Lideranças locais, agentes de saúde, igrejas e rádios comunitárias ajudam a dar credibilidade.
Fazer agendas curtas e frequentes. Registrar demandas, explicar caminhos em Brasília e voltar com devolutiva.
Economia produtiva influencia além do próprio voto
Crédito, seguro rural, regularização e escoamento são temas técnicos. O eleitor produtivo valoriza domínio do assunto e compromisso com prazo.
Usar linguagem técnica apenas onde ela ajuda. Levar propostas objetivas sobre FNE, Pronaf, seguro rural, BR-010 e ferrovia Norte-Sul.
Pauta principal
Saneamento traduz o atraso em problema fácil de entender.
O dado é duro e concreto. Ele aparece como doença, gasto, rua ruim e serviço público pressionado.
cobertura média de esgoto por rede geral no Maranhão.
Casa e rua
A pauta começa onde a família sente o problema: água, esgoto, lama, mau cheiro e doença.
Interior vulnerável
Municípios críticos precisam de recurso, projeto e acompanhamento. A conversa ganha força quando aponta caminho.
Agenda federal
O senador pode cobrar metas, direcionar emendas e fiscalizar execução de obras federais.
Mulheres e cuidado
A pauta conversa com a rotina de mães, cuidadoras e chefes de família que lidam com água, saúde e filhos.
Como os municípios aparecem no mapa do esgoto
Metade dos municípios está na faixa mais crítica. Cidades médias também entram no grupo de baixa cobertura.
O que saneamento muda na saúde e no orçamento
Mortalidade infantil por doenças evitáveis
Municípios com cobertura inferior a 5% registram risco maior para doenças ligadas à água, diarreia e infecções respiratórias. O tema precisa aparecer como proteção à infância.
Internações evitáveis no SUS
Doenças infecciosas e parasitárias pressionam o SUS e afastam trabalhadores da renda. Saneamento reduz fila, gasto e sofrimento.
Custo econômico do déficit
Investimento adiado vira gasto com saúde, baixa produtividade e contaminação de mananciais. A pauta também é econômica.
O que o mandato pode fazer
Emendas, cobrança de metas e fiscalização de contratos formam uma agenda objetiva para o Senado.
A Fundação Nacional de Saúde pode receber emendas para apoiar abastecimento e esgotamento em municípios de menor porte, perfil comum no Maranhão.
O plano nacional prevê universalização até 2033. O mandato pode cobrar cronogramas, execução e resposta do Ministério das Cidades.
Obras e contratos federais precisam de acompanhamento público. O senador pode pressionar por prazo, transparência e entrega.
Painel de dados
Gráficos para decidir onde colocar energia.
Perfis de território
Senado 2022, Maranhão
Top 10 colégios eleitorais, 2026
Base: 10 maiores colégios eleitorais listados neste relatório.
Mapa de atuação
Prioridades por território.
Busca, ordenação e filtro por prioridade usam apenas os campos já presentes na tabela.
| Território | Papel | Pauta de entrada | Prioridade |
|---|---|---|---|
| São Luís | Base de largada | Consumidor, mobilidade, saúde e serviços | 1 |
| Ribamar + Paço | Margem metropolitana | Saneamento, famílias, transporte e serviços | 1 |
| Imperatriz | Polo do sul | Saúde, desenvolvimento e emprego | 2 |
| Timon + Caxias | Corredor regional | Serviços, mobilidade e integração | 2 |
| Codó + Bacabal | Mobilização local | Água, esgoto, saúde básica e presença | 3 |
| Açailândia + Balsas | Produção e logística | Crédito, agro, emprego e escoamento | 3 |
Plano por frente
Pauta, canal e papel de cada frente.
São Luís
Grande São Luís
Polos regionais
Interior vulnerável
Agro e produção
Leitura executiva
O que os números impõem à campanha.
A meta de 850 mil a 1 milhão de votos pede foco. A campanha precisa proteger a Grande São Luís, crescer nos polos e ativar parte dos 1,67 milhão de eleitores que ficaram fora da escolha válida em 2022.
Oportunidades
Grande São Luís pode entregar cerca de um terço da meta. Polos regionais dão escala. Ausentes, brancos e nulos formam a maior reserva de avanço.
Desafios
Reconhecimento precisa virar voto. O interior exige presença repetida. Mulheres e jovens pedem mensagens práticas sobre saneamento, saúde, emprego e serviços.